Estou bem sim.
Ansioso por ti mas sou só o habitual, não te preocupes.
Estou bem assim....
De resto, já sabes, sempre que estou neste estado fico à flor da pele,
tenho pensamentos trágicos e suicidas e outros absurdamente bonitos,
Estou bem, acho
Choro numa música e sorrio tonto com uma boa recordação.
Fico todo eu, todo tu, mas ainda mais emocional (pensarás tu que é impossível)
Não te preocupes, vou estando...
Gosto de ti e isso sente-se bem fora de mim.
vejo-te ao espelho,
o teu nome nos meus olhos,
o teu sabor na minha boca,
o teu cheiro à minha volta.
Isto é normal em mim, claro que estou bem
rio-me como tu, uso as tuas palavras, imito as tuas expressões,
tudo normal
Olho para mim e vejo-te a ti,
é assim tantas vezes, hoje é apenas mais do que nunca.
Estou só naquele estado em que fico à flor da pele,
em que tenho pensamentos trágicos e suicidas e outros absurdamente bonitos,
Choro numa música e sorrio tonto com uma doce recordação.
Fico todo eu, todo tu, mas tudo ainda mais emocional (sim, é possível)
Gosto de ti e isso sente-se em mim.
estou bem, sim
acho...
Sou teu,
integralmente teu,
sinto-o no andar, no respirar,
na pele, nas entranhas,
acordado e a dormir.
sou teu, tão absurdamente teu,
se visses o meu olhar agora,
o meu sorriso agora,
a minha expressão agora,
ainda mais teu,
feliz e tonto,
e cor e imaginação e desejo e sonho
teu, mais do que nunca teu.
beijo-te, quero-te, amo-te,
é como um tambor no meu peito,
com uma intensidade dançante,
sufocante, em transe,
amo-te quero-te beijo-te
na minha cabeça, na minha cabeça,
sorrio e choro,
sou poderoso e lindo
sou fraco e um nada
quero-te beijo-te amo-te
na minha pele, na minha boca, no meu sexo
tudo arde, tudo queima
amo-te amo-te amo-te
Começo...
o toque, o primeiro toque
… quanta felicidade nesse primeiro toque…
os olhos fixos um no outro
sorriso feliz, sorriso estampado no rosto,
não é o brilho dos olhos de uma criança,
é o prazer de uma paixão louca que se sabe louca,
madura por ser consciente, consciente de ser louca,
começo…
é bom começar…
Recomeço
Lá, onde os teus cabelos moram,
Onde vivem as minha estrelas
onde brilham os teus olhos,
Profundos e sensíveis,
onde brilham também os meus
Recomeço
Lá, onde sorriem os teus lábios…
Belos e quentes,,
Onde se incendeiam também os meus,
Beijo-te louco e feliz,
saciando neles o meu olhar desesperado,
a minha boca esfomeada,
Eu volto,
já volto….
Olho os teus lindos peitos,
sinto-me enlouquecer ao percorrer-te com a minha língua,
os teus peitos, as tuas costas, o teu ventre…
O teu ventre, o teu sexo, o meu sexo,
Delicia das delícias,
Prazer dos prazeres,
Prazer e inferno,
Local onde vive toda a minha loucura …
Perco-me, sou apenas boca, pele, sexo,
desejo, fome, paixão, amor sem fim
Em vida….
Em vida, és tudo o que quero…
Começo, recomeço e termino em ti
Sabes como me sinto quando te sinto?
Sinto-me a sentir tudo o que nunca sinto,
Sinto-me a fazer-te sentir tudo o que sinto, como me sinto e quanto o sinto.
Sinto-me, sentindo-te, feliz
Sabes como te sinto quando me sentes?
Sinto-te a fazer-me sentir tudo o que posso sentir,
Sinto-te a fazer-me sentir tudo o que sinto, o prazer que sinto e quanto o sinto,
Sinto-te, sentindo-me feliz.
Estou viciado em ti,
bêbado de ti e estou tão convencido que é isso, que é essa a razão do que sinto
inebriado em ti, louco em ti,
não é o alcool, não é droga, é o teu cheiro, a tua boca,
é o ver-te, o olhar-te, o estares, o viveres,
na rua, num qualquer restaurante, entre amigos, em mim
é essa o vício que sinto, que me turva a vista, que me cega, que me encanta,
que me enlouquece feliz por te saber.
Sei a razão
Estou viciado em ti,
bêbado de ti e estou tão convencido que é isso
Cambia lo superficial
Cambia también lo profundo
Cambia el modo de pensar
Cambia todo en este mundo
Cambia el clima con los años
Cambia el pastor su rebaño
Y así como todo cambia
Que yo cambie no es extraño
Cambia el mas fino brillante
De mano en mano su brillo
Cambia el nido el pajarillo
Cambia el sentir un amante
Cambia el rumbo el caminante
Aúnque esto le cause daño
Y así como todo cambia
Que yo cambie no es extraño
Cambia todo cambia
Cambia todo cambia
Cambia todo cambia
Cambia todo cambia
Cambia el sol en su carrera
Cuando la noche subsiste
Cambia la planta y se viste
De verde en la primavera
Cambia el pelaje la fiera
Cambia el cabello el anciano
Y así como todo cambia
Que yo cambie no es extraño
Pero no cambia mi amor
Por mas lejo que me encuentre
Ni el recuerdo ni el dolor
De mi pueblo y de mi gente
Lo que cambió ayer
Tendrá que cambiar mañana
Así como cambio yo
En esta tierra lejana
Cambia todo cambia
Cambia todo cambia
Cambia todo cambia
Cambia todo cambia
Pero no cambia mi amor...
Mercedes Sosa
Ojalá que las hojas no te toquen el cuerpo cuando caigan
para que no las puedas convertir en cristal.
Ojalá que la lluvia deje de ser milagro que baja por tu cuerpo.
Ojalá que la luna pueda salir sin tí.
Ojalá que la tierra no te bese los pasos.
Ojalá se te acabé la mirada constante,
la palabra precisa, la sonrisa perfecta.
Ojalá pase algo que te borre de pronto:
una luz cegadora, un disparo de nieve.
Ojalá por lo menos que me lleve la muerte,
para no verte tanto, para no verte siempre
en todos los segundos, en todas las visiones:
ojalá que no pueda tocarte ni en canciones
Ojalá que la aurora no dé gritos que caigan en mi espalda.
Ojalá que tu nombre se le olvide a esa voz.
Ojalá las paredes no retengan tu ruido de camino cansado.
Ojalá que el deseo se vaya tras de tí,
a tu viejo gobierno de difuntos y flores.
Silvio Rodriguez
Sou parede, degraus, frio e silêncio.
Nos meus olhos de pedra sem local definido,
vejo tudo o se passa dentro de mim,
no meu carrossel de escadas.
Sei que é pouco, é muito pouco, tão pouco mas....
estou apaixonada, por eles, gosto deles, acho que os amo...
Lindo boneco, deliciosa marioneta.
Vejo-os entrar.
Chegam a medo, falam baixo, respiram silenciosamente,
O boneco olha para ela, os seu olhos trazem fome,
a sua pele loucura, o seu corpo sexo.
Beija-a apaixonadamente, de forma doentia, quente,
quase que chora.
(os bonecos também choram tal como as paredes)
Ele, boneco, come-a, sacia a sua fome.
Ela, marioneta olha para ele,
os olhos brilham, trazem mil reflexos de luz.
Reflectem-me, escada feliz, em mil prismas
(as escadas também sorriem e também podem sentir a felicidade)
Tem fome dele, a boca come-o, percorre-o, quere-o dentro dela,
Sente-o, os olhos fecham-se, cerram-se, como que para sentir melhor,
Como um acto reflexo, como um acto de prazer profundo,
Gosta de ser agarrada, apertada, consumida,
os seus olhos encontram-se, tremem aguados.
Ele geme, ela contrai-se.
beijam-se entre palavras murmuradas e imperceptíveis,
Caem cada um para seu lado,
Olho para ele, para o seu corpo inerte,
encostado à parede,
um boneco caído, deixado cair num canto qualquer.
Olho para ela,
para ao seu corpo, imóvel,
pernas nuas e desarticuladas,
Numa estranha posição de
marioneta sem fios.
Sou parede, degraus, frio e silêncio,
Nos meus olhos de pedra sem local definido,
no meu carrossel de escadas, espero….
estou apaixonada por eles, gosto deles, acho que os amo...
Lindo boneco, deliciosa marioneta
como dizer que te amo, sem dizer que te amo ?
Não quero ser só uma palavra, só uma simples palavra.
...
como fazer-te sorrir ?,
como afastar as sombras ?,
como mudar-te os pensamentos ?
...
Penso que já sei,
só que preciso de ajuda, de toda a ajuda.
Fecho os olhos, é sempre aqui que a encontro,
Cá dentro sou mágico, muito poderoso.
Já sente o meu poder ?
Já sentes magia ?
Provavelmente não... ainda não.
Sento-me, sinto-me, respiro fundo.
Assim concentrado convoco os sonhos, a beleza, o amor,
convoco também toda a magia de mundo.
Chegam duendes que caminham sobre o arco iris, esboçando sorrisos de ouro,
Chegam fadas de lindas asas com as suas varinhas de condão,
voam todas na minha direcção
que imagem bonita!!
Convoco desenhos animados,
chegam a bela e o monstro, cantado músicas lindas,
Talvez te encantem como me encantam a mim.
Chegam o Tintim, o Spirou, O Blake and Mortimer, o Corto Maltese,
Vêm todos com cara de aventura.
Ainda bem, fazer-te querer-me agora parece-me a mais dura aventura.
Todos juntos talvez, talvez....
Chegam personagens manga, porque gostas, porque gosto...
Há tanta beleza nelas....
Chegam as mulheres de manara,
convoquei-as para que me ajudem a conquistar-te,
afinal estão mais que habituadas a ser amadas,
de todas as formas, de diferentes abordagens.
Agora que a equipa está completa,
reúno-os à minha volta, distribuo o papel de cada um.
Estão todos tão nervosos como eu,
Os sonhos, a beleza e o amor,
têm de entrar dentro de ti,
expulsar todos os pensamentos maus,
ocupar cada recanto de ti, cada detalhe, tudo
Aos duendes peço que se mostrem,
para que vejas a magia, para que vejas o que não se vê,
Às fadas que te levem a voar, que te levem a conhecer o céu e as estrelas,
A bela e o monstro que te mostrem que há histórias de final feliz mesmo quando parece impossível.
Aos meus companheiros de aventuras,
Toda a logistica associada a tamanha operação,
permitir amar-te, ver-te sorrir e dar-te a conhecer toda a magia do mundo sem que mais ninguém a veja.
às personagens manga, que te sussurrem ao ouvido...
que num desenho, num conto, te mostrem a beleza e o dom do amor,
Às mulheres de manara peço apenas explicações de ti.
Vão, vão, boa sorte, obrigado por tudo.
Aí vão eles, todos a caminho, todos nos seu papeis,
Aqui estou eu, à espera do resultado da sua missão,
à espera do meu momento.
Chegam, um a um...
Ouço reporte a reporte, sucesso a sucesso.
Todos me disseram que sorriste,
Todos me fizeram feliz,
Obrigado amigos,
creio que consegui....
creio que lhe disse que amo... sem dizer que lhe amo
Duas pernas que se cruzam, que se tocam
duas mãos que se abraçam, que dançam
as mesmas músicas,
os mesmo ritmos,
duas formas de tocar... de tocar, de sentir,
uma forma de amar... de amar, de ter e desejar,
Um encosto de braços,
um toque de costas,
de pés,
formas de amar,
boas formas de amar,
Olhos que se procuram,
que vivem uns nos outros,
corpos que se cruzam de tantas formas,
tantas formas de amar,
corpos que se tocam,
que se amam,
muito
eu e tu,
tu e eu,
corpo a corpo,
frente a frente,
dispo-te,
abro os botões, tiro-te o casaco,
sinto as minhas mãos a percorrer a tua blusa, a ansiar pela tua pela,
tiro-a enfim, fico com o toque na tua pele, enfim a tua pele.
Desço, procuro as tuas calças, atrapalho-me, nos botões, no fecho, em tudo,
por fim desaperto-os, descendo-as de forma sôfrega ao longo das tuas lindas pernas.
Descalço-te,
beijo-te os pés,
tiro por fim as calças.
Assim semi-despida, olho-te,
apetece-me ficar para sempre neste olhar, nesta vontade de te ver, de te ter...,
és agora só tu e a tua roupa interior,
também existo eu, é verdade,
quase que me esqueço, mas existo.
Percorro as tua pernas com mãos que comem, que gemem, que querem,
Percorro o teu pescoço com uma boca que chora , que esquece o mundo, que adora.
Dispo-te a roupa anterior,
o sutiã que te prende, que me prende,
as cuecas que te sentem, que me querem, que eu quero....
eu e tu,
tu e eu,
corpo a corpo,
frente a frente,
nós
Sinto-me como se nascesse agora,
Com o privilégio de saber o que procurar, o que quero,
Nascendo com o sabor a ti,
Sabendo na boca que existes, na alma a tua certeza.
Sinto como se nascesse agora,
Só para te procurar,
Como um crente que sabe que existes,
Que sente na alma, antes de conhecer no corpo,
que sabe que sim.
Sempre me perguntei como se pode acreditar sem provas,
como se toma algo como certo sem que se conheça o futuro,
como se caminha num sentido que para tantos não faz sentido.
Sei agora,
Sinto-me como se nascesse agora,
nascendo com o sabor a ti,
com a tua certeza no meu paladar, no meu código genético,
sei que existes,
que és tu
Olho para mim, para o meu corpo inerte,
encostado à parede,
Como um boneco caído, deixado num canto qualquer.
Olho para ti,
para ao teu corpo, imóvel,
pernas nuas e desarticuladas,
Numa estranha posição de
marioneta sem fios.
Olho para os dois, boneco e marioneta,
Nos rostos, pingas de suor, abundantes,
num odor a luta, a corpo e a sexo.
De vida apenas o pulsar que percorre os corpos,
as pernas, os braços, os sexos.
De som apenas a respiração, ofegante,
os batimentos cardíacos, acelerados, descompassados, enlouquecidos.
No meu rosto de boneco caído, um sorriso, grande, tonto,
No teu rosto de marioneta desarticulada, um sorriso lindo, feliz
NO encontro de olhares,
no meu e no teu,
o brilho de uma marioneta e de um boneco que se encontraram.
Há um nervoso miudinho no ar,
Atrás da cortina alguém caminha em círculos,
à frente do palanque uma multidão atropela-se,
procurando o melhor local para ouvir a razão.
Mais nervos,
as mãos suam, o corpo sua,
as pernas tremem,
no rosto um sorriso estranho, nervoso.
Apagam-se as luzes, apagam-se as vozes,
Chegou a hora, chega sempre.
Avança em passo pequenino,
Tão pequenino quanto o tamanho que se atribui naquele momento,
Todos o olham, todos esperam, todos querem saber.
O apresentador introduz o autor com um simples Porquê?
O olhos brilham agora naquela cara,
o sorriso abre-se timido e bom.
- Foi por ela
(Disse-o assim, simplesmente assim..)
- Sim, foi por ela
(Tem mais confiança na voz,
os olhos brilham mais,
o sorriso é agora radiante.)
- é que com ela tudo é bom, feliz,
é porque com ela sonho de olhos abertos e
choro de olhos fechados.
(Está agora mais exuberante, gesticula, os olhos abrem-se de entusiasmo)
- é que com ela todas as partes do meu corpo sorriem, gargalham, felizes,
é porque com ela o mundo é maior, mais bonito,
porque sou capaz de voar até ao tecto do mundo,
descer até ao mais fundo dos mares.
é porque com ela sou uma criança,
que salta, que corre, que imagina, que sonha, que brilha.
é porque por ela escrevo,
por ela caminho feliz com um unico propósito,
Vê-la, tê-la, sonhá-la e amá-la
hoje e sempre.
(Silêncio)
As pessoas saem apressadamente,
Ouvem-se murmúrios de indignação,
as cortinas fecham-se,
Um longo suspiro,
- Não sei o que faço aqui,
sei apenas que te quero sempre comigo.
Abomino a razão das coisas,
a lógica imposta, a lógica de todos,
abomino tudo o que me faz recuar,
que me tolhe os movimentos,
que me impede de beijar,
de te percorrer o corpo com mãos insaciáveis,
de te despir em plena rua,
de te tomar num qualquer recanto,
De me perder, de te encontrar,
de gemer,
de te amar,
de te amar.
E se por um momento eu não quiser saber da razão das coisas,
e se me libertar da lógica imposta,
da lógica de todos,
e se já não puder recuar,
e se já nada me tolher os movimentos,
e se nada me impedir de te beijar,
de te percorrer o corpo com mãos insaciáveis,
e se te despir em plena rua,
e se te tomar num qualquer recanto,
e se me perder,
e se te encontrar,
e se gemer,
e se te amar, se te amar...
serei um louco?,
pois que seja então um louco,
porque não há nada que abomine mais do que a razão das coisas,
a lógica imposta, a de todos.
Sabia-me bem o teu beijo,
saber-me-ia à paz que não tenho, que não sinto
um beijo, um beijo simples e teu,
nem demasiado quente, nem demasiado molhado,
um simples beijo, teu,
tranquilo, doce, sereno,
um beijo, um beijo teu,
um beijo, meu,
um beijo
Es una lástima que no estés conmigo
cuando miro el reloj y son las cuatro
y acabo la planilla y pienso diez minutos
y estiro las piernas como todas las tardes
y hago así con los hombros para aflojar la espalda
y me doblo los dedos y les saco mentiras.
Es una lástima que no estés conmigo
cuando miro el reloj y son las cinco
y soy una manija que calcula intereses
o dos manos que saltan sobre cuarenta teclas
o un oído que escucha como ladra el teléfono
o un tipo que hace números y les saca verdades.
Es una lástima que no estés conmigo
cuando miro el reloj y son las seis.
Podrías acercarte de sorpresa
y decirme "¿Qué tal?" y quedaríamos
yo con la mancha roja de tus labios
tú con el tizne azul de mi carbónico.
Queria brincar com o tempo do mundo,
voar sobre o tempo, saltar por cima das horas, dos minutos, dos segundos,
Não é que não quisesse vivê-los,
Poderia simplesmente guardá-los
E utilizá-los naquele tempo que é sempre curto,
Naquele tempo que nunca chega, em que os horas correm,
Em que os minutos faltam.
Queria brincar com o tempo do mundo,
Poder recuar a momentos que já vivi e consumir alguns dos meus minutos,
vivendo-os uma e outra vez, vivendo tudo de novo.
Não, não viveria sempre os mesmos momentos,
Vivê-los-ia apenas nos dias como os de hoje,
Em que me apetece poupar as horas que tenho,
os minutos que não passam e os segundos que sinto um a um,
Queria apenas brincar com o tempo do mundo.
e guardar e reviver todos os minutos de ti
. Teu
. Amo-te
. Começo, recomeço e termin...
. Pablo Milanes e Simone - ...
. Ojalá
. O boneco e a Marionete (2...